Terça-feira, Dezembro 30, 2003
Só para descontrair. Duas loiras passeiam num parque quando uma diz:
- Oh! Olha para aquele cão só com um olho!
A outra, tapando um olho com a mão, pergunta:
-Onde? Onde?
- Oh! Olha para aquele cão só com um olho!
A outra, tapando um olho com a mão, pergunta:
-Onde? Onde?
Margarida Rebelo Pinto. Tenho andado despistada. Só hoje descobri que este grande pilar da nossa literatura tem uma página na Internet. Onde a autora —sempre preocupada com a falta de acesso do povo à cultura — escreve: "Para ter ou oferecer os meus livros, compre comodamente na nossa loja, sem ter de sair de casa." Neste site também temos acesso, entre muitas outras coisas, aos livros que a Margarida está a ler neste momento. E ficamos a saber que o Mega Ferreira tem, pelo menos, um leitor.
É como diz o povo e com razão: Um mal nunca vem só!
É como diz o povo e com razão: Um mal nunca vem só!
XIS. Essa grande revista que acompanha o jornal Público aos sábados proporciona-me belos momentos de diversão, acompanhados de pujantes gargalhadas, enquanto leio os magnifícos editoriais da Laurinda. São admiráveis: todos iguais, lamechas, cheios de lugares comuns, de frases feitas e lamentavelmente mal escritos. Se puderem leiam. Não percam as três frases de destaque. Estas sim são verdadeiramente fabulosas. Laurinda, por favor continue. Não me tire as gargalhadas de sábado. À direcção do Público agradeço a publicação de tão fantástica revista. E, acima de tudo, fico contente por terem feito da direcção da XIS uma verdadeira família!
Terça-feira, Dezembro 23, 2003
Herman José (II). Caro Joel mais uma vez concordo consigo. O Herman está um ser nojento, mal educado e grosseiro. Vamos criar uma liga contra o Herman e contra a parada de horrores que desfilam no Herman SIC.
Sumo concentrado. Duas loiras estavam a beber um sumo e então vira-se uma para a outra:
- Porque é que estás a beber esse sumo tão concentrada?
Vira-se a outra:
- Porque está aqui escrito: «beba este sumo de manga concentrada».
Divirtam-se. Não por ser Natal mas porque é feriado. Fiquem bem.
- Porque é que estás a beber esse sumo tão concentrada?
Vira-se a outra:
- Porque está aqui escrito: «beba este sumo de manga concentrada».
Divirtam-se. Não por ser Natal mas porque é feriado. Fiquem bem.
O amor acontece. Motivo de orgulho nacional: a actriz Lúcia Moniz é cabeça de cartaz numa comédia de amor de Richard Curtis — realizador de Quatro Casamentos e Um Funeral —, ao lado de Hugh Grant, Rowan Atkinson, Liam Neeson, Emma Thompson e o giraço do brasileiro Rodrigo Santoro. Até aqui tudo bem. O problema, ou a infelicidade, surge quando percebemos o tipo de papel que lhe foi atribuído. A Lúcia de todos nós interpreta uma criada de servir que não sabe uma palavra de inglês e que pertence a uma família de emigrantes portugueses com bigode (eles e elas), camisolas interiores com alças e onde todos falam aos gritos. Senti vergonha de ser portuguesa. Será que esta ainda é a imagem que passa lá para fora? Porque, com todos os nossos defeitos, nós já não somos assim. Eu não sou.
O Circo do Herman. Perdoe-me por estar recorrentemente a voltar a falar deste senhor. Mas ele anda a superar-se. No domingo, num momento de zapping, vejo o José Cid (sim, ele ainda mexe) a cantar montado num cavalo branco, numa arena de um circo. Sem perceber o que se passava, telefonei, em extase, a uma amiga — que partilha da minha admiração pelo Herman — que, como eu, não estava a acreditar no que via.
Será que merecemos? Não nos bastava já o Herman? Porque será que ele traz os amigos também? E como é possível ele ter amigos? Por favor dêem-nos a todos um presente de Natal: mandem o Herman descobrir armas de destruição maciça para o Iraque. Assim como assim, estão lá imensos tropas e ele iria adorar.
Será que merecemos? Não nos bastava já o Herman? Porque será que ele traz os amigos também? E como é possível ele ter amigos? Por favor dêem-nos a todos um presente de Natal: mandem o Herman descobrir armas de destruição maciça para o Iraque. Assim como assim, estão lá imensos tropas e ele iria adorar.
Natal nos hospitais. Já repararam que todas as televisões tem o seu? Pois é. O que é mau repete-se sempre! E agora como se não bastasse, todos os hospitais tem o seu. Acham normal? Não é bom puder ver as criancinhas doentes, os acamados e principalmente, todos os Carlos Ribeiro que apresentam programas de televisão (desta qualidade). Obrigada, directores de programas. O que seria da nossa vida sem vós?
Sonho. Nunca desistam de um sonho. Se não houver na pastelaria onde costumam ir, não hesitem: vão a outra. Feliz Natal.